Fortaleza, Quarta-feira, 27 Outubro 2021

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  1. Representantes das redes sociais tentaram passar melhor imagem que o Facebook. Apps são acusados de prejudicar sanidade mental das crianças Executivos de YouTube, Snapchat e TikTok foram interrogados por senadores americanos Richard Drew/AP Foto A atenção do Congresso dos Estados Unidos se voltou nesta terça-feira (26) para o TikTok, o Snapchat e o YouTube, que, assim como o Facebook, são acusados de prejudicar a saúde mental e física de crianças ao expô-las a modelos de vida irrealistas e a anúncios inapropriados. Representantes dessas três redes sociais, muito populares entre os mais jovens, tentaram mostrar aos senadores americanos que suas plataformas são melhores do que o Facebook nessas questões. Mas o Facebook e seu aplicativo Instagram não têm o monopólio da infelicidade dos adolescentes, replicaram os congressistas. "Ser diferente do Facebook não é uma defesa", disse o democrata Richard Blumenthal. "Queremos uma corrida ao topo, não ao fundo." Documentos vazados sugerem que Facebook sabia da radicalização de usuários, mas demorou a tomar atitude, diz imprensa A audiência no Congresso acontece algumas semanas depois de Frances Haugen fazer denúncias sobre o Facebook diante da mesma comissão. A ex-engenheira do Facebook revelou, apoiada por documentos, que a empresa estava ciente dos efeitos nocivos de seus serviços sobre alguns dos adolescentes que os utilizam, de acordo com sua própria investigação interna. Segundo Haugen, a empresa de Mark Zuckerberg está colocando o benefício econômico acima do bem-estar de seus usuários, uma frase que agora é amplamente utilizada por um grande número de ONGs e legisladores. "Mais pares de olhos significam mais dólares. Tudo o que se faz é para adicionar usuários, especialmente crianças, e mantê-los dentro de seus aplicativos", afirmou Blumenthal. 13 anos O senador contou histórias de pais impotentes frente às experiências online de seus filhos, como uma mãe cuja filha foi "inundada com vídeos sobre suicídio, automutilação e anorexia porque estava deprimida e buscava conteúdo sobre esses temas". Seus colegas também questionaram as opções das plataformas quanto a idade mínima, os métodos de moderação de conteúdo (humano e/ou algorítmico) e a proteção da privacidade. "O Snapchat foi construído como um antídoto contra as redes sociais", declarou Jennifer Stout, vice-presidente do grupo Snap. A idade mínima definida para ingressar na plataforma, que tem 500 milhões de usuários mensais, é de 13 anos. O aplicativo difere dos outros por ser muito menos aberto a conteúdo externo. Os usuários trocam conteúdo principalmente entre si e têm acesso a vídeos e textos de veículos de imprensa, clubes esportivos, marcas, etc. em uma seção de "descoberta". O TikTok e o YouTube têm versões adaptadas para usuários mais jovens. O TikTok para crianças menores de 13 anos não permite que elas postem vídeos ou façam comentários nos vídeos publicados por outras pessoas. Para os adolescentes entre 13 e 16 anos, a rede social proíbe as transmissões ao vivo e, por padrão, mantém as contas desses jovens usuários como privada, o que significa que só pode ser visualizada por pessoas autorizadas pelo titular. "Não terminamos" "Descobrimos que pessoas com transtornos alimentares acessam o TikTok para falar sobre isso de maneira positiva", disse Michael Beckerman, chefe de políticas públicas nas Américas da chinesa ByteDance, que tem uma versão separada do app na China sob o nome Douyin. A plataforma anunciou no final de setembro que havia ultrapassado a marca de um bilhão de usuários ativos mensais, muito atrás do YouTube e seus 2,3 bilhões de usuários que se conectam pelo menos uma vez por mês, segundo dados de 2020. O serviço de vídeo do Google, por sua vez, destacou seus esforços para remover milhões de conteúdos que violam suas regras. "As redes sociais podem oferecer oportunidades de entretenimento e educação", reconheceu a comissão, "mas esses aplicativos também foram usados indevidamente para se aproveitar de crianças e promover atos destrutivos, como vandalismo escolar, desafios virais que representam risco de vida, bullying, transtornos alimentares (...) e abuso de menores". Muitos congressistas procuram legislar para que haja mais mecanismos para proteger os menores de idade. "Não terminamos", disse Blumenthal.

  2. Voos serão realizados no Rio de Janeiro a partir de 8 de novembro com objetivo de projetar como seria operação do veículo elétrico de pouso e decolagem vertical (eVTOL). Subsidiária da Embraer promete entregar aeronave em 2026. Conceito do eVTOL da Embraer Divulgação/Embraer A fabricante de aeronaves Embraer anunciou que sua subsidiária Eve começará a operar em 8 de novembro uma rota de helicópteros no Rio de Janeiro que custará R$ 99 por passageiro. A ideia é testar como seria a operação de "carros voadores", como são conhecidos os eVTOLs. O veículo elétrico de pouso e decolagem vertical (eVTOL, na sigla em inglês) é uma aeronave que lembra um helicóptero, mas que faz menos barulho e usa mais hélices para voar. A Eve promete entregar seu eVTOL em 2026. KART VOADOR: conheça o veículo elétrico de R$ 520.000 que já tem um comprador brasileiro eVTOL: o que é o veículo que Embraer, Gol e Azul querem nos céus do Brasil Em seus testes, a empresa fará voos com helicópteros da Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). A operação, chamada de simulado de Mobilidade Aérea Urbana (UAM), terá seis voos diários e permanecerá ativa durante um mês. Segundo a Eve, a passagem será mais barata que a de um serviço de helicóptero convencional. O preço de R$ 99 por passageiro é próximo ao que a empresa imagina para uma futura operação com eVTOLs. "A simulação no Rio de Janeiro, uma das cidades com mais congestionamento no Brasil e no mundo, nos ajudará a levantar as reais necessidades dos usuários, parceiros e comunidade que irão se beneficiar das nossas soluções de mobilidade", disse o CEO da Eve, André Stein. As passagens para as viagens da Eve de helicópteros poderão ser compradas no site e no aplicativo da plataforma de voos sob demanda Flapper. As aeronaves serão operadas pela empresa de táxi aéreo Helisul. Em setembro, Luiz Carlos Munhoz da Rocha, diretor comercial da Helisul, afirmou ao g1, que os testes servirão para avaliar fatores como rotas, tempo e preço do futuro serviço de eVTOLs. Segundo eles, as empresas querem entender qual seria a aceitação dos "carros voadores" no mercado brasileiro. "Nós vamos fazer o primeiro piloto dessa operação, nossa prova de conceito", adiantou Rocha. "Vamos operar com um helicóptero nosso com o mesmo porte do eVTOL que está sendo construído pela Embraer". A empresa de atendimento aeroportuário Universal Aviation será responsável pela operação de solo, enquanto a concessionária RIOgaleão, responsável pelo aeroporto, e o Centro Empresarial Mario Henrique Simonsen, na Barra da Tijuca, serão parceiros como pontos de origem e destino. Segundo a Eve, o período de testes também será acompanhado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). As diferenças entre helicóptero, eVTOL e avião elétrico Daniel Ivanaskas/Arte g1

  3. Redes sociais começam iniciativa nas próximas semanas no Brasil. Usuários serão direcionados para página da Justiça Eleitoral. Facebook e instagram terão rótulos em postagem sobre as eleições no Brasil AP Photo/Jenny Kane O Facebook anunciou nesta terça-feira (26) que vai inserir rótulos em postagens sobre a eleição presidencial de 2022 no Brasil. A medida é válida também para o Instagram e vai começar nas próximas semanas. De acordo com a rede social, a iniciativa faz parte de trabalho com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e visa proteger o processo democrático e ajudar as pessoas a terem acesso a informações confiáveis. Os usuários serão direcionados a uma página da Justiça Eleitoral. SAIBA MAIS Documentos vazados: mídia americana divulga detalhes internos do Facebook Delatora: 'Facebook vai alimentar mais atos de violência no mundo' Ferramentas sobre propaganda política Desde as eleições de 2020, o Facebook exige que publicidade sobre política ou eleições no Brasil deve ser identificada com o aviso "Pago por" ou "Propaganda Eleitoral". A empresa disse que rejeitou 250 mil submissões de anúncios nas últimas eleições, por não terem o alerta.

  4. Aumento da demanda por serviços baseados em computação em nuvem impulsionou resultados da companhia. Sede da Microsoft em Issy-les-Moulineaux, perto de Paris, na França, em 18 de abril de 2016 REUTERS/Charles Platiau A Microsoft superou as expectativas de Wall Street para receita trimestral, segundo dados divulgados nesta terça-feira (26), com o aumento da demanda por serviços baseados em computação em nuvem. A Microsoft disse que a receita do segmento "Intelligent Cloud" cresceu 31%, para US$ 17 bilhões. Analistas esperavam um valor de US$ 16,58 bilhões, de acordo com dados da Refinitiv. LEIA TAMBÉM: Fortuna de Elon Musk se aproxima dos US$ 300 bilhões e vale mais que a ExxonMobil Windows XP faz 20 anos: lembra desse monte verde? Alphabet, dona do Google, supera estimativas e tem lucro recorde com anúncios O crescimento da receita do Azure, o principal negócio de computação em nuvem da empresa, ficou em 48%, superando as estimativas dos analistas de 47,5%, de acordo com dados do Visible Alpha. A taxa de crescimento do Azure é a melhor medida direta da competição com rivais como AWS, da Amazon, e Google Cloud, da Alphabet, uma vez que a Microsoft não quebra a receita da unidade de computação em nuvem. "Entregamos um forte início de ano fiscal com nosso Microsoft Cloud gerando US$ 20,7 bilhões em receita no trimestre, um aumento de 36% ano a ano", disse Amy Hood, vice-presidente executiva e diretora financeira da Microsoft. No geral, a receita subiu para US$ 45,32 bilhões no primeiro trimestre fiscal encerrado em 30 de setembro, de US$ 37,15 bilhões um ano antes, superando as expectativas de cerca de US$ 43,97 bilhões. O lucro líquido subiu para US$ 20,51 bilhões, ou US$ 2,71 por ação, de US$ 13,89 bilhões, ou US$ 1,82 por papel, um ano antes. A empresa disse que seus resultados incluíram um benefício de imposto de renda líquido de US$ 3,3 bilhões.

  5. A receita de publicidade subiu 41%, a US$ 53,1 bilhões, no terceiro trimestre de 2021. Faturamento geral da empresa saltou para US$ 65,1 bilhões. Fachada do Google em Irvine, Califórnia Reuters/Mike Blake A dona do Google, Alphabet, revelou nesta terça-feira (26) resultados acima das expectativas para as receitas do terceiro trimestre, um sinal de que seu negócio de publicidade está superando novos limites no rastreamento de usuários móveis. Com o mecanismo de busca, o serviço de vídeo do YouTube e parcerias na web, o Google vende mais anúncios na internet do que qualquer outra empresa. A demanda por seus serviços aumentou no ano passado, impulsionada pelas medidas de isolamento social. LEIA TAMBÉM: Fortuna de Elon Musk se aproxima dos US$ 300 bilhões e vale mais que a ExxonMobil Windows XP faz 20 anos: lembra desse monte verde? A receita de publicidade do Google subiu 41%, a US$ 53,1 bilhões, no terceiro trimestre e o faturamento geral da Alphabet saltou para US$ 65,1 bilhões, acima da estimativa média de US$ 63,34 bilhões dos analistas ouvidos pela Refinitiv. O lucro trimestral foi de US$ 18,936 bilhões ou US$ 27,99 por ação, superando as expectativas de US$ 24,08 por papel, no terceiro trimestre seguido de lucro recorde. A mudança que deu mais controle aos usuários do iPhone sobre seus dados levou os anunciantes a recalibrarem gastos de uma forma que os rivais do Google, Snap e Facebook, disseram prejudicar suas receita no terceiro trimestre. O Google pode ter sido menos afetado porque seu mecanismo de busca coleta dados sobre os interesses do usuário que são valiosos para os anunciantes e incomparáveis ​​no setor. O Google Cloud, que está atrás da Amazon e da Microsoft em participação de mercado, elevou a receita em 45%, para US$ 4,99 bilhões, ligeiramente abaixo das estimativas de US$ 5,2 bilhões. Os custos totais da Alphabet aumentaram 26%, a US$ 44,1 bilhões no trimestre e a força de trabalho da empresa ultrapassou 150 mil funcionários. As ações da Alphabet superaram as de muitos rivais desde o final do ano passado, subindo cerca de 57%. A Microsoft subiu 39%, o Facebook 20% e a Amazon 2% no mesmo período.

  6. Veículo pode ficar até 40 minutos voando e chega a velocidade máxima de 100 km/h. No Japão, veículo poderá ser utilizado apenas em locais restritos e em operações de resgate. XTurismo, da Ali Technologies, levantou voo nesta terça (25), no Japão ALI Technologies / via REUTERS A startup Ali Technologies começou a vender nesta terça-feira (26), no Japão, a sua moto voadora. O modelo custa US$ 680.000. Equipada com quatro motores movidos a eletricidade, e um a combustão, o veículo se chama XTurismo pode voar por cerca de 40 minutos e atinge até 100 km/h. SAIBA MAIS 'Kart voador': conheça veículo comprado por cliente do Brasil 'Carga pesada': primeiro caminhão elétrico feito em série no Brasil; saiba como funciona Initial plugin text "Até agora, a escolha era mover-se no solo ou em escala no céu. Esperamos oferecer um novo método de movimento", disse o presidente-executivo da Ali, Daisuke Katano, à Reuters. Um dos apoiadores da empresa é o jogador de futebol Keisuke Honda, além de empresas como Mitsubishi Electric e Kyocera. Presidente da startup mostra 'moto voadora' Ali Technologies/ via Reuters Katano disse que no curto prazo seu uso será limitado a locais restritos, como pistas de decolagem e circuitos de corrida. Por enquanto, não será permitido voar sobre as estradas lotadas do Japão. A moto pode ser usada por equipes de resgate para chegar a locais de difícil acesso, disse o executivo. Corrida pelo carro voador: o que é o veículo que Embraer, Gol e Azul querem nos céus do Brasil Pedal para escola: crianças formam 'bonde' de bicicletas na ida às aulas Moto voadora pode ser utiliza apenas em locais restritos no Japão Ali Technologies / via Reuters Veja o 'kart voador comprado por cliente do Brasil 'Kart voador'? Conheça modelo elétrico de R$ 520.00 que já foi comprado por brasileiro

  7. Valor foi impulsionado pelo crescimento de sua empresa de carros elétricos, a Tesla, que ameaça negócios da produtora de petróleo. Elon Musk se aproxima de fortuna de US$ 300 bilhões Reuters Elon Musk, a pessoa mais rica do mundo, se aproxima de uma fortuna de US$ 300 bilhões, no ranking de bilionários da Bloomberg. O fundador de Tesla e SpaceX possui fortuna estimada de US$ 289 bilhões, impulsionada pelo valor de mercado da montadora de veículos, que atingiu US$ 1 trilhão nesta segunda (25). Com a quantia, Musk "vale" mais que a ExxonMobil, avaliada com valor de mercado de US$ 272 bilhões. Focada em carros elétricos, a Tesla representa uma ameaça aos negócios da produtora de petróleo. A valorização da empresa de Musk ocorreu depois que a Hertz, de alugue de carros, anunciou uma ordem de compra de 100 mil veículos Tesla para até o final de 2022, na segunda. Veja top 5 dos bilionários da Bloomberg: Elon Musk: US$ 289 bilhões Jeff Bezos: US$ 193 bilhões Bernard Arnault: US$ 163 bilhões Bill Gates: US$ 134 bilhões Larry Page: US$ 123 bilhões SAIBA MAIS Teslabot: como será o robô humanoide da Tesla Jeff Bezos: bilionário vai ao espaço com sua empresa Blue Origin Tecno Lógica: Banco prevê que Elon Musk será 1º trilionário do mundo Saiba como será o robô da Tesla: Tesla Bot: como funciona o robô humanoide de Elon Musk

  8. Empresa do dono da Amazon diz que a estação Orbital Reef começará a operar na segunda metade da década. Projeto é desenvolvido com a empresa espacial Sierra Space. Jeff Bezos após voo espacial Handout / BLUE ORIGIN / AFP A Blue Origin, empresa de Jeff Bezos, anunciou na segunda-feira (25) que planeja lançar uma estação espacial que terá capacidade para acomodar até 10 pessoas na segunda metade da década, à medida que a corrida comercial pelo espaço se acelera. A estação espacial, batizada de Orbital Reef, é descrita em comunicado à imprensa como um parque empresarial de uso misto no espaço que apoiará a pesquisa e a fabricação na microgravidade. Ela será desenvolvida e operada em uma parceria da Blue Origin com a empresa espacial Sierra Space. O projeto também conta com apoio da Boeing e da Universidade Estadual do Arizona. 'CAPITÃO KIRK': relembre o voo do ator William Shatner ao espaço JEFF BEZOS esteve no primeiro voo com passageiros da Blue Origin Sabe tudo sobre a nova corrida espacial? Faça o teste e descubra "Por mais de 60 anos, a Nasa e outras agências espaciais desenvolveram voos espaciais orbitais e a habitabilidade do espaço, preparando o terreno para o início dos negócios comerciais nesta década", afirmou Brent Sherwood, vice-presidente de programas avançados de desenvolvimento da Blue Origin. "Vamos ampliar o acesso, reduzir o custo e fornecer todos os serviços e comodidades necessários para normalizar o voo espacial", disse o executivo. O posto privado é mais um dos vários planejados para os próximos anos, enquanto a Nasa avalia o futuro da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) após esta década. A agência espacial tem um contrato com uma companhia chamada Axiom para desenvolver uma estação espacial que inicialmente se acoplará à ISS e depois voará livremente. Na semana passada, a empresa de serviços espaciais Nanoracks, em colaboração com a Voyager Space e a Lockheed Martin, anunciou que está planejando uma estação espacial que iniciará suas operações em 2027, a Starlab. De acordo com a Blue Origin, a Orbital Reef voará a uma altitude de 500 quilômetros, um pouco acima da ISS, e seus habitantes terão 32 amanheceres e entardeceres diários. A estação poderá acomodar 10 pessoas em 830 metros cúbicos, um volume um pouco menor que o da ISS, em módulos futurísticos com grandes janelas. Futuro da ISS A ISS foi concluída em 2011 e tem sido um símbolo da cooperação entre os Estados Unidos e a Rússia no espaço, mas Moscou ultimamente tem sido evasivo quanto ao futuro da parceria. Hoje é considerada segura até 2028 e seu novo administrador, Bill Nelson, disse espera que ela dure até 2030, momento em que a Nasa acredita que o setor comercial terá avançado o suficiente para substituí-la. Atualmente, a Blue Origin só é capaz de voar no espaço suborbital com seu foguete New Shepard. Voo orbital x suborbital: as diferenças entre voos da Blue Origin e da SpaceX SpaceX: 6 fatos sobre a missão que levou quatro civis ao espaço Outros projetos da empresa incluem o New Glenn, um foguete que pode colocar cargas e pessoas em órbita, e um módulo de pouso lunar, apesar de ter perdido o contrato lunar para a rival SpaceX e estar processando a Nasa para tentar reverter a decisão. Bezos, o segundo homem mais rico do mundo graças à Amazon, fundou a Blue Origin em 2000 com a pretensão de um dia criar colônias flutuantes no espaço, com gravidade artificial, onde milhões de pessoas possam viver e trabalhar, liberando a Terra da poluição. Essas colônias seriam baseadas em um projeto de Gerard O'Neill, professor de física de Bezos em Princeton. 'Capitão Kirk': os melhores momentos da viagem espacial de William Shatner Veja os melhores momentos da viagem de William Shatner, o 'Capitão Kirk', ao espaço
  9. Acompanhe as notícias em tempo real com a credibilidade e agilidade. O aplicativo do g1 é gratuito e está disponível para IOS e Android. No app do g1, você acompanha em tempo real as notícias do Brasil e do mundo. É tudo de graça. Também tem notícias sobre agro, ciência, trabalho e carreira, concursos públicos, economia, mercado financeiro, educação, Enem, empreendedorismo, inovação, meio ambiente, política, saúde, tecnologia e turismo. E os temas que estão bombando no mundo do cinema, música, séries, novelas e programas de tv. E tem uma área só com notícia boa, é o “Olha que legal”. E não perca o "Fato ou Fake", serviço de checagem do Grupo Globo. Veja dicas pra aproveitar o aplicativo do g1: Como baixar o aplicativo para IOS e Android e escolher as notícias da sua região App do g1: como baixar o app e ver notícias da sua região App do g1: como baixar o app e ver as notícias da sua região Como encontrar os vídeos de todos os telejornais da Globo App do g1: encontre todo o conteúdo dos telejornais da Globo Como usar o menu e encontrar o conteúdo que procura Veja como encontrar todo o conteúdo do g1 no menu do aplicativo App g1: saiba como usar o menu de navegação Como salvar uma notícia pra ler depois App g1: saiba como salvar um artigo para ver depois Como ver as checagens do Fato ou Fake Encontre todas as checagens do Fato ou Fake no app do g1 App g1: todas as checagens do Fato ou Fake

  10. Propofol é um anestésico médico, mas às vezes é usado com fins recreativos. Uma overdose da droga foi descrita como a causa da morte do popstar Michael Jackson, em 2009. Lee Jae-yong, herdeiro e vice-presidente da Samsung Electronics e líder de fato do Grupo Samsung, chega para julgamento sobre uso ilegal do propofol anestésico em tribunal de Seul nesta terça (26) Anthony Wallace/AFP O herdeiro e vice-presidente da Samsung, Lee Jae-yong, foi condenado nesta terça-feira (26) por consumo ilegal do anestésico médico propofol na Coreia do Sul. Ele também foi multado em US$ 60 mil (cerca de R$ 330 mil) pelo tribunal do distrito central da capital Seul. Jae-yong é executivo da gigante sul-coreana, que é maior fabricante de celulares do mundo, e dono da 238ª maior fortuna do planeta, segundo a revista "Forbes". A multa equivale a cerca de 0,0006% do seu patrimônio, que é estimado em US$ 10,2 bilhões (R$ 56,6 bilhões). O empresário de 53 anos, que já condenado no escândalo que derrubou a ex-presidente sul-coreana Park Geun-hye, foi condenado desta vez por ter tomado repetidamente, durante vários anos, o propofol em uma clínica de cirurgia plástica de Seul. O propofol é um anestésico médico, mas às vezes é usado com fins recreativos. Uma overdose da droga foi descrita como a causa da morte do popstar Michael Jackson, em 2009. VEJA TAMBÉM: Michael Jackson tomou dose de Propofol em sua última noite, diz policial Veja como age no organismo o coquetel de drogas que matou Michael Jackson Morte de Michael Jackson mostra perigo de usar remédios por conta própria O consumo de drogas costuma ser visto como um crime menor na Coreia do Sul, e os promotores pediram inicialmente uma multa de cerca de US$ 40 mil para o bilionário, mas o juiz foi duro em sua sentença. "A quantidade injetada é muito alta e a natureza do crime cometido não é leve, considerando a responsabilidade social do réu", declarou o juiz Jang Young-chae, que também exigiu que Lee "adote um comportamento exemplar, que não envergonhe seus filhos". Vestindo terno escuro e máscara, Lee permaneceu em silêncio ao entrar no tribunal e evitou falar com jornalistas. Semanas atrás, no início de seu julgamento, semanas atrás, ele pediu desculpas "por causar tantos problemas e preocupações devido a um assunto pessoal", mas insistiu em que a injeção de propofol era "para fins médicos". Condenado por suborno Embora a multa seja de uma quantia insignificante para o empresário, o caso representou um constrangimento para a Samsung e para Lee, mergulhado em problemas legais devido a um escândalo de corrupção. O bilionário já foi condenado a dois anos e meio de prisão por suborno e outros crimes relacionados ao caso de corrupção que derrubou a ex-presidente sul-coreana Park Geun-hye. Lee foi colocado em liberdade condicional há dois meses. SAIBA MAIS: Entenda o escândalo que derrubou a ex-presidente da Coreia do Sul em 2016 VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

  11. Depois de live com mentiras sobre vacina da Covid e Aids, canal não pode publicar vídeos e fazer transmissões ao vivo por uma semana. Se novas violações acontecerem em 90 dias, perfil do presidente pode sair do ar permanentemente. Live em que Bolsonaro propaga mentira sobre vacina contra Covid foi removida pelo YouTube Reprodução/YouTube O canal do presidente Jair Bolsonaro pode ser removido do YouTube se receber 3 avisos de violação, de acordo com as diretrizes da plataforma. Clique aqui para compartilhar esta notícia no WhatsApp Clique aqui para compartilhar esta notícia no Telegram Nesta segunda-feira (25), um vídeo com mentiras sobre a relação entre vacina da Covid e Aids foi removido do perfil de Bolsonaro. O g1 apurou que o canal ficará suspenso por uma semana, o que impede a publicação de novos vídeos e transmissões ao vivo. A ação do YouTube aconteceu depois de o Facebook retirar do ar publicação com o mesmo conteúdo falso. Por sua vez, o Twitter sinalizou post de Bolsonaro que leva a vídeo com a mesma mentira, mas manteve link no ar. SAIBA MAIS VÍTIMAS DO NEGACIONISMO: A mãe de Adriana só lia fake news, Rodrigo perdeu o pai após ele se automedicar; leia 4 relatos na série especial do g1 Relembre: outros casos em que redes sociais removeram posts de Bolsonaro O YouTube disse que a publicação de 21 de outubro foi removida por violar suas diretrizes de desinformação médica sobre a Covid-19 ao alegar que as vacinas não reduzem o risco de contrair a doença e que causam outras doenças infecciosas. Entenda como são as regras do YouTube 1º alerta: um canal recebe um alerta se descumprir uma regra das diretrizes pela primeira vez. A plataforma havia enviado este tipo alerta a Bolsonaro em julho, que não resultou em suspensão direta do canal. O alerta é feito apenas uma vez. 1º aviso: com a remoção da live com a mentira sobre vacina e Aids nesta segunda, ele recebeu o primeiro aviso (strike), termo que o YouTube usa para indicar que a medida resultará em uma punição para o canal. Isso impede um canal de realizar ações como enviar vídeos e fazer transmissões ao vivo durante uma semana. 2º aviso: caso volte a violar as diretrizes dentro de 90 dias desde a primeira ocorrência, o canal de Bolsonaro receberá um novo aviso e a punição será em dobro: duas semanas sem poder publicar. 3º aviso: ao fazer uma nova violação e receber três avisos em um prazo de 90 dias, o canal será removido permanentemente do YouTube. O prazo é contado sempre a partir do dia de cada aviso, ou seja, cada um deles leva 90 dias para expirar. Excluir o conteúdo não remove o aviso, e o YouTube pode emitir avisos das diretrizes da comunidade para conteúdos excluídos. Entenda a política de remoção de vídeos do YouTube Nos Estados Unidos, Donald Trump foi suspenso por tempo indeterminado do YouTube. O bloqueio aconteceu alguns dias depois de apoiadores do ex-presidente dos EUA invadirem o Capitólio. Facebook e YouTube tiram do ar live em que Bolsonaro associa vacinas contra Covid à Aids O que fica restrito após a violação Nos dois primeiros avisos, quando ainda são aplicadas apenas sanções temporárias, o canal fica impedido de fazer as seguintes ações: enviar vídeos, histórias ou fazer transmissões ao vivo; criar miniaturas personalizadas ou postar na comunidade; criar ou editar playlists e adicionar colaboradores a elas; adicionar ou remover playlists da página de exibição usando o botão "Salvar"; exibir um trailer nas suas Estreias; direcionar espectadores de uma transmissão ao vivo para uma Estreia ou vice-versa. Quais tipos de ação são consideradas violações No caso do canal de Bolsonaro, a violação ocorreu por desrespeitar as regras sobre desinformação médica relacionadas à Covid. No entanto, a lista envolve outros tipos de violações. Veja quais são: Spam e práticas enganosas. Conteúdo sensível (nudez, conteúdo sexual e outros). Conteúdo violento ou perigoso. Venda de produtos não regulamentados. Desinformação (em eleições, relacionadas a Covid, vacinas e outros). Veja comunicado do YouTube, na íntegra: "Removemos um vídeo do canal de Jair Bolsonaro por violar as nossas diretrizes de desinformação médica sobre a COVID-19 ao alegar que as vacinas não reduzem o risco de contrair a doença e que causam outras doenças infecciosas. As nossas diretrizes estão de acordo com a orientação das autoridades de saúde locais e globais, e atualizamos as nossas políticas à medida que a orientação muda. Aplicamos as nossas políticas de forma consistente em toda a plataforma, independentemente de quem for o criador ou qual a sua opinião política". Aids e vacina: entenda por que o Facebook tirou live de Bolsonaro do ar Reino Unido confirma que notícia é falsa Procurado pelo g1, o Departamento de Saúde e Assistência Social do Reino Unido afirma que a publicação é de um site que propaga "fake news" e teorias da conspiração e diz que a história não é verdadeira. A notícia falsa mencionada por Bolsonaro foi colocada no site conspiracionista beforeitnews.com, que publica textos dizendo que as vacinas rastreiam os vacinados e que milhões de pessoas morreram com as vacinas. Associação Médica Brasileira: falas sobre vacina e Aids são 'inaceitáveis' Zahraa Vindhani, oficial de comunicações da Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido, afirmou ainda que "as vacinas contra a Covid-19 não causam Aids" e que a "A Aids é causada pelo HIV." Pesquisadores ouvidos pelo g1 também refutam as ideias contidas na publicação falsa (saiba mais aqui). As falas do presidente Jair Bolsonaro sobre a vacina serão incluídas na CPI da Covid, declarou o vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), à GloboNews na manhã desta segunda. No vídeo abaixo, veja comentário de Valdo Cruz sobre o assunto: Valdo Cruz sobre nova fake news compartilhada por Bolsonaro: 'Cortina de fumaça para desviar o foco'

  12. Segundo a plataforma, transmissão realizada na quinta-feira (21) viola diretrizes contra desinformação médica sobre a Covid-19. O g1 apurou que canal ficará impedido de publicar novos vídeos e fazer transmissões ao vivo por uma semana. YouTube também remove live de Bolsonaro com mentira sobre vacina e AIDS O YouTube removeu a live em que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) propaga mentira sobre relação entre a vacina da Covid e Aids. O g1 apurou que o canal ficará suspenso por uma semana, o que impede a publicação de novos vídeos e transmissões ao vivo. Clique aqui para compartilhar esta notícia no WhatsApp Clique aqui para compartilhar esta notícia no Telegram A decisão da plataforma de vídeos ocorreu no início da noite de segunda-feira (25) após o Facebook retirar do ar o mesmo conteúdo. Por sua vez, o Twitter sinalizou post de Bolsonaro contendo a mesma mentira, mas manteve link no ar. O YouTube disse que a publicação de 21 de outubro foi removida por violar suas diretrizes de desinformação médica sobre a Covid-19 ao alegar que as vacinas não reduzem o risco de contrair a doença e que causam outras doenças infecciosas. Um novo vídeo apareceu no canal de Bolsonaro nesta terça-feira (26), mas o YouTube diz que ele não burla a suspensão. Segundo a plataforma, o conteúdo foi cadastrado como "privado" antes da live ser removida e, após a suspensão, foi alterado para "público" pelos administradores do canal. SAIBA MAIS VÍTIMAS DO NEGACIONISMO: A mãe de Adriana só lia fake news, Rodrigo perdeu o pai após ele se automedicar; leia 4 relatos na série especial do g1 Relembre: outros casos em que redes sociais removeram posts de Bolsonaro Veja comunicado do YouTube, na íntegra: "Removemos um vídeo do canal de Jair Bolsonaro por violar as nossas diretrizes de desinformação médica sobre a COVID-19 ao alegar que as vacinas não reduzem o risco de contrair a doença e que causam outras doenças infecciosas. As nossas diretrizes estão de acordo com a orientação das autoridades de saúde locais e globais, e atualizamos as nossas políticas à medida que a orientação muda. Aplicamos as nossas políticas de forma consistente em toda a plataforma, independentemente de quem for o criador ou qual a sua opinião política". Sem publicar por uma semana Pelas regras do YouTube, um canal recebe um alerta se descumprir uma regra pela primeira vez. A plataforma havia enviado um alerta a Bolsonaro em julho, que não resultou em suspensão direta do canal. Com a remoção da live com a mentira sobre vacina e aids nesta segunda, ele recebeu o primeiro aviso (strike), termo que o YouTube usa para indicar que a medida resultará em uma punição para o canal. Entenda a política de remoção de vídeos do YouTube Canal pode ser removido após 3 avisos De acordo com as diretrizes da plataforma de vídeos, o primeiro aviso (strike) impede um canal de realizar ações como enviar vídeos e fazer transmissões ao vivo durante uma semana. Caso volte a violar as diretrizes dentro de 90 dias desde a primeira ocorrência, o canal de Bolsonaro receberá um novo aviso e a punição será em dobro: duas semanas sem poder publicar. Se receber três avisos em um prazo de 90 dias, o canal será removido permanentemente do YouTube. "Vale lembrar que cada aviso leva 90 dias, a partir da data de emissão, para expirar", explica a plataforma. Nos Estados Unidos, Donald Trump foi suspenso por tempo indeterminado do YouTube. O bloqueio aconteceu alguns dias depois de apoiadores do ex-presidente dos EUA invadirem o Capitólio. Aids e vacina: entenda por que o Facebook tirou live de Bolsonaro do ar Reino Unido confirma que notícia é falsa Procurado pelo g1, o Departamento de Saúde e Assistência Social do Reino Unido afirma que a publicação é de um site que propaga "fake news" e teorias da conspiração e diz que a história não é verdadeira. A notícia falsa mencionada por Bolsonaro foi colocada no site conspiracionista beforeitnews.com, que publica textos dizendo que as vacinas rastreiam os vacinados e que milhões de pessoas morreram com as vacinas. Associação Médica Brasileira: falas sobre vacina e Aids são 'inaceitáveis' Zahraa Vindhani, oficial de comunicações da Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido, afirmou ainda que "as vacinas contra a Covid-19 não causam Aids" e que a "A Aids é causada pelo HIV." Pesquisadores ouvidos pelo g1 também refutam as ideias contidas na publicação falsa (saiba mais aqui). As falas do presidente Jair Bolsonaro sobre a vacina serão incluídas na CPI da Covid, declarou o vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), à GloboNews na manhã desta segunda. No vídeo abaixo, veja comentário de Valdo Cruz sobre o assunto: Valdo Cruz sobre nova fake news compartilhada por Bolsonaro: 'Cortina de fumaça para desviar o foco'

  13. Em aviso, rede social diz que publicação viola suas regras. Facebook e Instagram removeram vídeo em que presidente propaga mentira sobre relação da vacina contra Covid e Aids. O Twitter sinalizou o post em que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) promove a live em que propagou mentira sobre relação entre a vacina contra a Covid e Aids. O tuíte segue no ar, mas com um aviso de que viola as regras da rede social. "Este Tweet violou as Regras do Twitter sobre a publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à COVID-19. No entanto, o Twitter determinou que pode ser do interesse público que esse Tweet continue acessível", diz o alerta. FACEBOOK tira do ar live de Bolsonaro com mentira sobre vacina da Covid e Aids VÍTIMAS DO NEGACIONISMO: A mãe de Adriana só lia fake news, Rodrigo perdeu o pai após ele se automedicar; leia 4 relatos na série especial do g1 Procurada pelo g1, a rede social afirmou que a conta de Bolsonaro "violou repetidamente as Regras do Twitter previstas em sua política de informações enganosas sobre a Covid-19". "Assim como ocorre no caso de violação a outras regras da plataforma, por considerar que o acesso ao conteúdo pode ser de interesse público, o Twitter aplicou um aviso de interesse público ao Tweet. Esse aviso, utilizado nos casos em que líderes infringem algumas das políticas do Twitter, está previsto em nossa abordagem a líderes mundiais, atualmente em revisão", disse em nota a plataforma. Twitter sinalizou post de Bolsonaro com link para live que propaga mentira sobre vacina contra a Covid Reprodução/Twitter A live de Bolsonaro foi ao ar na quinta-feira (21). Na transmissão, ele mencionou uma notícia falsa que diz que relatórios oficiais do Reino Unido teriam sugerido que pessoas vacinadas estariam desenvolvendo a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS) "muito mais rápido do que o previsto". "Só vou dar notícia, não vou comentar. Já falei sobre isso no passado, apanhei muito... Vamos lá: relatórios oficiais do governo do Reino Unido sugerem que os totalmente vacinados... Quem são os totalmente vacinados? Aqueles que depois da segunda dose né... 15 dias depois, 15 dias após a segunda dose, totalmente vacinados... Estão desenvolvendo Síndrome da Imunodeficiência Adquirida muito mais rápido do que o previsto. Portanto, leiam a matéria, não vou ler aqui porque posso ter problema com a minha live", disse Bolsonaro durante a transmissão. Defesa da cloroquina e oposição a isolamento social também levaram à derrubada de postagens de Bolsonaro; veja quais Em entrevista a uma rádio nesta segunda-feira (25), Bolsonaro disse que leu sobre a pesquisa em reportagem da revista Exame publicada na semana passada. A reportagem, no entanto, foi publicada em outubro do ano passado, quando as vacinas estavam sendo produzidas, e falava apenas em uma possibilidade. O vídeo foi removido do Facebook e do Instagram. "Nossas políticas não permitem alegações de que as vacinas de Covid-19 matam ou podem causar danos graves às pessoas", disse um porta-voz do Facebook. O YouTube também tirou a live do ar. "Removemos um vídeo do canal de Jair Bolsonaro por violar as nossas diretrizes de desinformação médica sobre a COVID-19 ao alegar que as vacinas não reduzem o risco de contrair a doença e que causam outras doenças infecciosas", disse a plataforma. Aids e vacina: entenda por que o Facebook tirou live de Bolsonaro do ar Derrubada de posts de Bolsonaro O Twitter removeu em março de 2020 dois vídeos em que Bolsonaro aparece provocando aglomerações em um passeio em Brasília. Nas gravações, o presidente também se posicionou contra o isolamento social, medida defendida por autoridades de saúde para conter o coronavírus. A plataforma explicou à época que havia ampliado suas regras para agir em relação a "conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir Covid-19". Os vídeos foram publicados no Facebook e no Instagram, que também removeram o conteúdo. Na ocasião, o Facebook afirmou que suas regras "não permitem desinformação que possa causar danos reais às pessoas". Rede social apaga posts de Bolsonaro por violarem regras Em janeiro de 2021, o Twitter sinalizou um post em que Bolsonaro promove o chamado "tratamento precoce" e medicamentos que não tem eficácia comprovada contra a Covid-19. A plataforma exibiu o mesmo alerta desta segunda-feira (25), indicando que o tuíte violou as regras, mas que pode ser do interesse público que ele continue acessível. Tuíte de Bolsonaro Twitter

  14. Considerado uma das melhores versões do software da Microsoft, sistema rodou por mais 18 anos. Relembre fatos e curiosidades sobre o programa lançado em 2001. Papel de parede 'Bliss' ficou famoso no Windows XP Reprodução Há 20 anos era lançado o Windows XP, considerado por muitos uma das melhores versões do software da Microsoft. De fato, aquela proteção de tela com o campo esverdeado tão icônica se tornou cringe, mas o sistema foi revolucionário em muitos sentidos. De olho na data, internautas aproveitaram a nostalgia para relembrar coisas curiosas sobre o sistema (veja mais abaixo). SAIBA MAIS iPod 20 anos: aparelho ainda é vendido, mas está 'esquecido' no site da Apple DEZ ANOS SEM STEVE JOBS: por que o fundador da Apple era tão especial Windows 11 x Windows XP Para os mais nostálgicos, o XP ainda está guardado no coração, mas houve grande evolução até o atual Windows 11. Uma das mais marcantes, visualmente, foi a troca de posicionamento no menu, que passou a ser centralizado, na mais recente versão do software. Windows XP e o Windows 11 Reprodução Hoje em dia também nada de sufoco na hora de abrir um monte de telas. O recurso snap layouts do Windows 11 deixa destacar até 3 aplicativos simultaneamente. Outra mudança importante é a quantidade de aplicativos que se pode instalar em qualquer software. Na época do XP, grande parte das funções da internet estava concentrada no navegador. Sucessor do 2000 Apesar do domínio entre os softwares, a Microsoft sofria na época com uma certa rejeição causada pelo Windows 2000, que não alcançou o sucesso desejado. Com isso, a empresa "correu" para dar uma resposta com o XP. Initial plugin text Sem 'tela azul da morte' Para desenvolver o XP, a Microsoft utilizou como base o Windows NT (também a base para o Windows 2000). O XP apresentou várias inovações, incluindo a introdução da plataforma "Microsoft Error Reporting". As versões anteriores do Windows se tornaram famosas pela chamada “tela azul da morte” que aparecia quando o sistema encontrava um erro. O XP o substituiu por um pequeno pop-up para coletar dados sobre o erro e enviá-los aos engenheiros da Microsoft para ajudá-los a melhorar o software. Foto de monte é real A mais que conhecida imagem de um monte verde com céu azul e nuvens, um dos principais papéis de parede do Windows XP, é uma foto real. Chamada de Bliss, a foto foi tirada por Charles O'Rear, em 1996. O local é uma área de viticultura, chamada Los Carneros, na Califórnia. Initial plugin text 18 anos rodando O XP deixou de receber suporte em 2009 para o público em geral, quando era utilizado por 75% dos computadores com Windows. Apesar disso, a empresa continuou com o suporte de segurança estendido até 2014, quando 19% dos clientes ainda o usavam. Como seu sucessor, o Windows Vista foi lançado em 2007. Como foi desenvolvido para computadores mais rápidos, acabou deixando muita gente frustrada. Initial plugin text Ainda tiveram casos especiais, como computadores militares, que utilizam o XP até 2019, exatos 18 anos após o lançamento oficial. De acordo com a Statcounter, apenas 0,59% dos computadores com Windows usam o XP atualmente. Apesar do "afeto" com o sistema operacional, não é recomendado continuar rodando o XP por questões de segurança. Internautas brincam ao relembrar o XP Initial plugin text Initial plugin text Veja como ficou o Windows 11 VÍDEO: Windows 11 - O que há de novo no sistema da Microsoft


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O Blog do Anísio Alcântara foi publicado no dia 25 de Março de 2012